CARTILHA | 17.JUNHO.2021

O que você precisa saber sobre Gestão de Funcionários Afastados

Fazer a gestão de funcionários afastados é primordial para evitar impactos tributários diretos e significativos. Isso porque, ao contrário do que muitos acreditam, afastamentos acarretam despesas elevadas para as empresas, mesmo que o INSS assuma o pagamento do auxílio-acidentário.

Apesar do salário pago ao trabalhador estar condicionado à Previdência Social, o vínculo empregatício continua ativo e cabe à empresa manter os benefícios oferecidos ao funcionário, como plano de saúde e seguro de vida. Além da responsabilidade de arcar com outras despesas, a organização ainda fica exposta ao risco de ações judiciais, baixa produtividade e aumento da sobrecarga de trabalho.

Ao monitorar indicadores e realizar o acompanhamento de funcionários afastados, quer seja por uma doença ou por um acidente, a Gestão de Afastados permite maior controle da saúde ocupacional. Ela possibilita a adoção de medidas preventivas que evitam novos afastamentos, a resolução de inconsistências e também a redução da alíquota do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

Com o crescente número de pedidos de afastamento junto ao INSS, impulsionado também pela pandemia de covid-19, os gestores de Recursos Humanos e outros líderes devem ficar de olho na poderosa ferramenta que a Gestão de Afastados oferece.

 

Cartilha: Gestão de Afastados

Nesta cartilha produzida pela B2P – Business to Person, empresa especialista em Gestão de Afastados, explicamos detalhadamente: os custos dos afastamentos para as organizações; como o monitoramento de indicadores e o acompanhamento de afastados é capaz de reduzir custos da folha de pagamento e outros encargos; qual é o papel do FAP e por que é preciso gerenciá-lo; o que é limbo previdenciário; e muito mais.

Preencha seus dados no formulário abaixo e receba a cartilha gratuitamente:


Quer saber mais sobre Gestão de Afastados? Continue acompanhando a It’sSeg nas redes sociais! E não perca nenhuma novidade do Portal RH se inscrevendo em nossa newsletter semanal.

Covid-19 é ou não é doença ocupacional?