CUIDADOS COM A SAÚDE | 17.ABRIL.2018

Automedicação pode se tornar um problema sério

A automedicação é encarada por muitas pessoas como algo simples: basta recorrer àquela caixinha de remédios que se tem em casa quando surge uma dor de cabeça, mal-estar ou algo do tipo e, pronto, resolvida a questão. Mas não é bem assim.

Quando vira rotina, a automedicação pode trazer consequências graves à saúde. Primeiro porque ela é feita, como define a Anvisa, “por conta própria ou por indicação de pessoas não habilitadas, para tratamento de doenças cujos sintomas são percebidos pelo usuário, sem a avaliação prévia de um profissional de saúde (médico ou odontólogo)”.

Por não conhecer as especificações de cada medicamento e necessidades do próprio organismo quando se está com alguma doença, a pessoa que se automedica pode até sentir um alivio inicial, mas ainda assim corre o risco de sofrer com complicações futuras

Um dos perigos é o organismo criar resistência ou dependência de um determinado medicamento, ainda mais se o uso dele for frequente. A automedicação também pode mascarar um sintoma, fazendo com que o quadro evolua e se agrave, aumentando muito o risco da doença.

Outro risco nesta situação diz respeito à intoxicação. Os medicamentos, por exemplo, ocupam o primeiro lugar dentre as causas de intoxicação registradas em todo o Brasil, à frente dos produtos de limpeza, dos agrotóxicos e dos alimentos estragados, segundo a Anvisa.

Os analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam as pessoas, de acordo com a Anvisa.

Nunca é demais reforçar: em vez de agir por conta própria, procure a ajuda de um profissional.

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